domingo, 15 de novembro de 2009

Com a mãe, não!

Mostro aqui a minha revolta com uma situação que aconteceu hoje. Quem sabe, entende.
Beijos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O doce sabor do primeiro beijo

Não é querendo competir com Bruna Surfistinha e criar um título assim, mas foi inevitável! Eu só consigo descrever o primeiro beijo como doce.

Sim, ele também é algo mágico, encanta, te faz flutuar... Mas o sabor, nossa, o sabor é sempre doce. Sempre suave. Sempre faz aquelas borboletinhas ficarem fazendo cosquinha na sua barriga!

São tantos planos para ele, tanta expectativa, esperança... E quando ele acontece, bum! Você não vê mais nada na sua frente. Não quer abrir os olhos e quer ao mesmo tempo. Não parece ser real, e você quer olhar bem nos olhos da pessoa e saber que o que está rolando ali é com você!
São tantos sentimentos juntos ao mesmo tempo, tantas alterações biológicas no seu corpo que é difícil acreditar depois que aquilo tudo pode existir em uma "simples" troca de saliva.
Quando você acha que o sabor do beijo não existe mais, que é enganação, você recorre à memória e saboreia mais uma vez todos os primeiros momentos que você já teve ao lado dos seus amores.
E quando você acha que não tem mais como você sentir isso de verdade, a vida te prega uma peça e te dá esperança de novo. Quando você acha que nunca mais vai amar de novo, vem alguém de longe e te faz acreditar no beijo novamente.

Eu acredito. E espero, como uma princesa por seu amor num cavalo branco, ser abençoada por um doce beijo, me coroando como rainha e tendo doces primeiros beijos a cada nova manhã, pra sempre. . .












O ladrão de raios

Gente, que livro bom é O ladrão de raios!!! Eu adorei, e agradeço ao meu querido Bruno por ter me emprestado!

Ainda levei uma semana pra ler as quase 400 páginas, e isso porque to suuuuuuuper sem tempo! Tenho os textos da faculdade, aulas pra preparar, alguns probleminhas também com família e amores...

De certa forma, a melhor coisa que me aconteceu na semana foi ter me envolvido na incrível história de Percy Jackson e os Olimpianos. Eu amo mitologia grega, e esse romance consegue misturar elementos da modernidade com os clássicos, e deu super certo!

Pontos positivos d'O ladrão de raios: a mãe de Percy, amizade, batalhas com seres como a Medusa, o Minotauro e... ai, gente, ARES! Só de ler deu um calor! Quero ver se no filme eles vão me decepcionar e colocar um Ares fraquinho, feinho... O Ares do livro é muito gato! :)

Aqui vai a minha dica. Devorem o livro, como eu o fiz!

domingo, 8 de novembro de 2009

Hoje...

Esse post é só um registro rapidinho dessa semana super turbulenta!

Olha, ainda bem que teve hoje! Foram as 12 horas mais agradáveis dos últimos meses. Fazer novos amigos é ótimo, especialmente quando esses são inteligentes, agradáveis e é o mais recente amor da sua melhor amiga!

Esse post é em homenagem à minha querida Arianne! Vai com tuuuudo, menina! Parabéns pelo novo namoro e tudo de bom pra vcs!

A todos os apaixonados, mil beijos! :)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Sorry!!!

Ainda bem que existe o tempo. E ainda bem que nem só de palavrões vivem os blogs.

(Ok, alguns dizem que eles relaxam)

Ah, e só pra constar, depois de 24h eu já não precisava mais de nenhum! :P

Beijos pra quem lê :)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

PQP

Sim, é bem o que quero expressar nesse exato momento.

Beijos.

Tempos modernos

Tempos mais do que modernos e eu não pertenço a ele.
Não sou daqui, não encontrei o meu lugar.
Certezas não são mais tão certas assim e eu espero.
Espero o tempo. Espero o meu tempo.

Quero ficar aqui, no meu canto, onde eu pareço existir.
Quero voltar à minha infância, quero viver o futuro.

Quero, quero, quero.
Quero tudo.
Quero todos.

Faça planos e me inclua neles.
Tenha sonhos e me conte que eu faço parte deles.
Faça perguntas, confie nas minhas respostas.
Quando eu te chamar, venha!

I'm running out of time.
I'm running out of words.

Uma única certeza, uma única dúvida:
Quando esse tempo acaba?
What comes next?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Omnibus

517. 20h40min, 20 e algumas pessoas... Números, números, números. E uma vontade imensa de palavras! Nenhumazinha pequenininha sequer escapa de tantas bocas! God, this can't be real!

Eu preciso de letras! Preciso de fonemas, quaisquer míseros, mínimos, whatever! Ok, tenho uma idéia: música, música, músicaaaa! Pego meu MP4 player e coloco nas minhas 400 e muitas músicas. Que bom ter 2GB de memória! Que bom ter ouvidos!!!

Um ponto aqui, menos duas pessoas ali... Mais quatro ou cinco na outra parada. E meu mUderno uóquimein seleciona pra mim a primeira música. Eu adoro surpresas então claro que a seleção é randômica. Me toca logo um "ahh, look at all the lonely people". Of course que eu já tava olhando! [/modeaindomada] Putz, meu... Por que eu sou tão sensível? Por que eu já olho pra uma pessoa e tento enxergar sua alma? Será que sei ler pessoas? Melhor: será que elas são assim, lidas?

Eu tinha acabado de sair de uma aula em que a professora relatou estudos apresentados em um congresso em Memphis (que chique!), e tudo que ela havia comentado sobre gestos, expressões faciais me vieram à mente. Eu queria, mais que nunca, interpretar todo mundo ali.

Vários olhavam seu relógios... Alguns ouviam música no celular (com fone e sem nem ao menos cantar junto! que triste!) e alguns outros olhavam pra fora do ônibus. Eu estava fazendo exatamente o contrário de todos! Só quem eu não observava era o cobrador, que ficava atrás de mim (sem piadinhas!). Aliás, ele, nos seus "boa noite, senhor", "boa noite, senhora", já devia ser craque em ler pessoas. Deve trabalhar escondido sob o seu uniforme como leitor humano, ah, esse aí é profissional. E pensar que quando eu era adolescente (a long, long time ago) tinha a maior quedinha por profissionais uniformizados, principalmente os de ônibus (ok, confessei!).

Mas deixando de lado recordações, o caso é que várias músicas tocaram e percorreram minha mente, e várias faces e movimentos dos passageiros me trouxeram mais pensamentos ainda. Nossa, eu que queria palavras já tinha inúmeras! Tantas que eu já estava confusa.

A senhora olhando no relógio está séria por que é uma pessoa sozinha ou está somente lembrando da sua noite romântica com o marido, depois de tanto tempo casados?
A adolescente vindo da escola ouve uma melodia triste no seu aparelhinho tocador de músicas ou está ouvindo um funk (argh, sem preconceitos) pra relaxar e pensar mais um pouco em sua apresentação da escola que vale a nota total do bimestre?
Meu Deus, e aquele rapaz que não para de olhar pra fora? É um homem triste por não ter encontrado o seu grande amor, ou um tarado escolhendo uma vítima em evidência pra imediatamente saltar do ônibus e persegui-la?

4 palavras pra isso: How can I know? Não tem como! Podemos arriscar, criar mil filosofias e teorias, mas o ser humano é intenso! Um sorriso é tido como bom, mas pode ser sarcasmo puro! E às vezes até mesmo para uma pessoa especializada no ser humano fica difícil interpretar!

Should I give up? I don't think so. I love challenges, e enquanto o ser humano for ser humano, vou continuar tentando entendê-los. That's my goal in life. I won't give up.

Maybe, who knows?, I'll find out I'm one of the lonely people.







quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Smooth operator

Hoje passei por alguns 20 ou 30 minutos bem reveladores. Houve um mal-entendido com a minha operadora de celular e eu precisava verificar o que estava acontecendo.

Atendente virtual pra lá, "não entendi" pra cá, digita aqui, fala ali, confirma acolá (uau, primeira vez que uso essa palavra!)... E só nessa brincadeira uns 4 ou 5 minutos se passaram.

A primeira pessoa me atendeu, e, claro, não era com ela que eu deveria falar! Musiquinha vai, musiquinha vem... E eu morrendo de tédio! E de raiva, confesso! Como aquilo poderia tirar meu momento de lazer? Por que eu tinha que ligar pra lá e cobrar algo que era meu por direito?

Depois de 5 minutos contados (e quase cantados, mas a música não tinha letra), uma segunda pessoa me atendeu. Tive que explicar novamente, e a minha segunda explicação foi um pouco mais seca, um pouco mais cruel. Eu não ri, não brinquei, não fui simpática. Muito pelo contrário: eu só pensei em mim e na minha face salva por estar tão protegida assim, numa ligação com uma pessoa que nem conhecia e que nunca tinha falado comigo.

E era essa atendente que iria resolver meu problema? Claro que não. Ela, secamente, disse que iria transferir minha ligação. E assim o fez.

Mais uns 2 minutos com a musiquinha, eu refleti sobre como tinha falado. Isso resolveria alguma coisa? Eu falaria assim com as atendentes se estivéssemos tendo essa conversa pessoalmente? E mais: elas se sentiriam bem depois de terem falado comigo?

Eu dei uma chance às minhas palavras. Elas tinham que sair de mim bonitamente. Poderia até não ser formal, ou até com usos de palavras inventadas ou sufixos mal colocados, sem preocupação com hífen, etc. Mas elas tinham que ter motivo e função.

Eu resolvi ser simpática. Nem sempre eu consigo, e às vezes eu acho que vai soar feio, não sei... Minhas irmãs sempre conseguem isso: a mais velha, fala tudo tão docemente, e a mais nova encanta o ouvinte com suas gracinhas. Mas eu? Eu sempre tão tímida, tão reservada... Até pra ser simpática é uma ousadia!

Resolvi ousar. Eu perguntei à atendente de telemarketing como ela estava! E a voz dela mudou. Falei calmamente, sem colocar culpa em ninguém, só expondo de uma forma tranquila o que tinha se passado comigo. Prontamente, ela me pediu pra esperar na ligação, pois ela estaria falando com uma outra pessoa. Sim, ela falaria e voltaria comigo, pra me atender. "Ok, sem problema". Acho que menos de 2 minutos depois ela retornou, agradeceu pela espera (acho que é protocolo de lá), e falou com uma delicadeza que certamente não estava escrita em nenhum protocolo.

Eu falei com a Juliana, que muito provavelmente só hoje já tinha atendido inúmeras pessoas que não a trataram com o devido respeito ou com alguma cortesia. Essa mesma Juliana deve ter uma família, deve passar por momentos bons e ruins em seu trabalho e já deve ter se estressado muito lá. Ela não pode escolher com quem falar nos seus dias de TPM. E hoje ela foi minha cobaia.

Fico feliz apenas por não ter sido uma das pessoas que falaram coisas ruins pra ela. Fico feliz apenas por ter usado minhas palavras de uma forma que agora estou orgulhosa, mesmo sendo algo aparentemente tão simples. Mas valeu muito pra mim.

No need to ask. She's a smooth operator.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Beauty of uncertainty

Números. Letras. Notas. Não as monetárias: as musicais. Esta é minha vida.

Esta é minha vida? O que é vida? E como posso chamá-la de minha?

Eu conto. Eu conto! Eu canto. Eu resgato o pronome e eu redefino-o. Eu, eu, eu.

Será que posso fazer isso? Será que devo? Será que vale a pena?

Well, it doesn't matter (leia com sotaque britânico, please). I'm not here for the answers. I'd rather ask.